Um filme, que retrata a luta heróica de Aung San Suu Kyi, uma birmanesa, que abdicou da sua vida, em prol dos direitos humanos do seu país, e pelo qual o seu pai lutou. Submetida às mais humilhantes e severas restrições à liberdade humana, Aung San Suu Kyi, não se atemorizou, pelo contrário, encorajou-se ainda mais, na luta pela instauração da liberdade e democracia na sua Birmânia. Foi essa coragem e essa determinação, que permitiu o respeito e a admiração da comunidade internacional, reconhecida com a atribuição do Prémio Nobel da Paz em 1991. Actualmente, Aung San Suu Kyi, está livre da prisão domiciliária, concorrendo neste momento, como deputada ás eleições legislativas parciais, a realizar dia 1 de Abril.
quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012
Sim, somos piegas!
Sim, somos piegas, a partir do momento, em que deixamos uma elite politica apoderar-se das instituições politicas desde 1976. Sim, somos piegas, quando permitimos, a destruição da reforma agrária. Sim, somos piegas, quando permitimos, o saqueamento do nossos sectores produtivos. Sim, somos piegas, quando passivamente, assistimos a culpabilização sistemática, por parte da classe politica aos trabalhadores portugueses. Sim, somos piegas, quando assistimos passivamente, ao desfile das mordomias dos politicos, em contraste, com sacrificios da maioria dos portugueses. Sim, somos piegas, quando ignoramos, o nosso direito de voto. Sim, somos piegas, quando assistimos, ao esbanjamento de dinheiro público, para salvar bancos privados.Finalmente. Sim, somos piegas, quando permitimos, que o nosso Presidente da República e o nossso Primeiro-Ministro, gozem com os nossos sacrificios, com comentários insultosos.
A ignorância latente.
Os dias, em que nós, humanos, nos sentimos, solitários, desprezados, excluídos, como vagabundos sem rumo, sem esperança, sem sol, onde o dia é o sofrimento, e a noite, o refúgio da alma, onde, a indiferença social magoa e o silêncio noctívago acalma, onde os dias, são apenas, tempos de claridade, que adensam a ignorância latente.
quinta-feira, 27 de outubro de 2011
Inauguração da exposição do centenário de Alves Redol.
Apresentação com António Redol e a Sra Presidente da Câmara de Vila Franca de Xira
Inaugurou-se no passado dia 22 de Outubro, a Exposição que comemora o centenário do escritor neo-realista Alves Redol. Aproveitem esta exposição para conhecer o vasto espólio literário, de um dos maiores expoentes do movimento neo-realista em Portugal, conjuntamente com Manuel Fonseca e Soeiro Pereira Gomes, entre outros.
Nesta exposição encontrará também um documentário sobre a vida e a obra de Alves Redol, o qual documenta a sua passagem e a sua ligação à freguesia de Glória do Ribatejo, retratadas no livro "Glória, uma aldeia do Ribatejo, 1938".
A exposição, pode ser visitada até Março de 2012, no Museu Neo-Realismo de Vila Franca de Xira.
Nesta exposição encontrará também um documentário sobre a vida e a obra de Alves Redol, o qual documenta a sua passagem e a sua ligação à freguesia de Glória do Ribatejo, retratadas no livro "Glória, uma aldeia do Ribatejo, 1938".
A exposição, pode ser visitada até Março de 2012, no Museu Neo-Realismo de Vila Franca de Xira.
quinta-feira, 20 de outubro de 2011
sexta-feira, 14 de outubro de 2011
Olhos abertos...
Assistimos a métodos de permutação do poder politico para o poder financeiro. O desempenho dos sucessivos governos portugueses, passa ciclicamente por um processo de metamorfose financeira (em que uma minoria lucra) e posteriormente “vomita” aos cidadãos, a parte que não presta (Divida), separando o joio do trigo, isto é, separando o prejuízo do lucro. Depois do dito processo de triagem financeira, é a vez, do poder financeiro, apresentar/impor medidas aos súbditos governos, para que estes apresentem as medidas pré-definidas à priori pelo poder financeiro. Medidas estas, que são completamente alheias às graves consequências sociais, que estas irão ter na maioria dos cidadãos. Mais do que recuperar a prosperidade económica do país, estas medidas servem em grande parte, para fazer regressar o dinheiro aos bolsos dos senhores do capital, que o perderam em jogatanas, na concessão de crédito de alto risco, em especulação imobiliária, etc..
Foram 36 anos, a usar e abusar da saúde mental da população portuguesa. É necessário colocar um travão, a este abuso, correndo o risco de sujeitarmo-nos a uma nova metamorfose financeira…
quinta-feira, 8 de setembro de 2011
Líbia- Uma repetição da história!
Nos últimos meses, temos assistido ao estrépito social e militar na Líbia, impulsionado pelas recentes revoluções na Tunisia e Egipto, sustentado por rebeldes locais, e apoiado pelos EUA e pela OTAN. A “paciência” dos rebeldes para com o regime de Muamar Kadhafi chegou ao fim, depois de 40 anos de governação. A forma como se processou e processa-se a transição para um regime democrático na Líbia, é tudo, menos transparente. A ruptura do povo líbio, com o regime Kadhafí, foi vista pelos EUA, como uma oportunidade única e imperdível, de derrubar um regime (que de outra forma seria difícil, dispendioso e, intolerável) facilmente perceptível com o apoio quase instantâneo, por parte das forças americanas aos rebeldes líbios, a quem ninguém conhece realmente, quais as verdadeiras motivações para o envolvimento nesta luta armada contra o regime de Kadhafi.
Será realmente, para derrubar a ditadura de Kadhafi, e instaurar um regime democrático com constituição na Líbia( que actualmente não existe)? Ou apenas a conquista do poder e a instauração de uma nova ditadura com todas as atrocidades que lhe são inerentes, com a conivência dos EUA, como actualmente acontece no Paquistão, Arábia Saudita, Emirados, Unidos Árabes, e Qatar?
É plausível desconfiar do apoio militar e ao que tudo indica de apoio financeiro, «através do desbloqueio de activos líbios congelados em instituições bancárias americanas», prestado pelos americanos. O reconhecimento dos rebeldes como legítimos representantes do povo líbio, parece-me uma estratégia premeditada, que visa outros interesses, nomeadamente o controlo e posteriormente o saqueamento dos recursos naturais líbios, através da implantação de um governo pró-ocidental vassalo aos anseios da Washignton.
O povo líbio precisa e anseia por uma mudança de regime, subjacente à sua vontade e não de uma mudança subjacente aos ditames da Casa Branca. É imperioso, negociar a saída de Kadafhi, com todas as partes fundamentaís neste processo, a fim de evitar mais derramamento de sangue.
Etiquetas:
Líbia,
Politica Internacional,
Relações Internacionais
quarta-feira, 31 de agosto de 2011
Policia serve para proteger ou para espancar?
Estes episódios tem sido reincidentes com maior frequência ultimamente em Espanha. Primeiro, na Praça "Puertas del Sol", em Madrid, depois um pouco por toda a Espanha( Corunha, Valência, Granada, Tenerife, Las Palmas, Barcelona, etc...), sendo último caso, registado[ video] novamente em Madrid, na Praça "Puertas del Sol". O governo espanhol proibiu concentrações nesta Praça, por considerá-las "injustificadas".
Neste video pode-se concluir facilmente que não havia concentração alguma, mas nem isso impediu que as 3 pessoas sentadas( assim como outras estavam, ao longo da rua) levassem com cassetete no lombo.
quinta-feira, 4 de agosto de 2011
De encontro com a economia de hoje.
Jean - Paul Fitoussi
(...) Mas hoje em dia, não é tanto o excesso de democracia que ameaça o governo económico na Europa, mas o papel exorbitante assumido pelos principios do mercado. O endurecimento da pressão que se exerce sobre os governos nacionais e a redução da pretensão redistributiva dos estados(sob o efeito de concorrência fiscal e social) são também elementos que voltam alterar o sistema equitativa das nossas sociedades devido a um desaparecimento progressivo do terreno da democracia.
Contudo, nesta tensão de democracia e economia, uma hierarquia normal de valores exige que o princípio económico se subordine à democracia, e não o contrário. Acontece que os critérios geralmente utilizados para avaliar os fundamentos de uma politica ou de uma reforma são quase os critérios de eficácia económica.(...)
FITOUSSI, Jean-Paul" A regra e a escolha: considerações em torno da soberania económica na europa" 1ª Edição, Lisboa, Terramar, 2003
quarta-feira, 3 de agosto de 2011
"Sempre chegamos ao sítio aonde nos esperam"
Foto: Fernando Alves
A palavra VIVER é tão efémera - que nos faz sentir tão pequenos, perante um destino imutável, finito e, indubitável. Viver na ténue linha que separa a vida da morte, não é uma situação agradável, mas é a condição que todos os seres humanos estão sujeitos, desde que nasceram até ao seu último suspiro. Por ser, humanamente impossivel fugir da morte - será possivel pensar-mos que alguém nos espera, num sitio abstracto, depois da morte?
terça-feira, 2 de agosto de 2011
O génio, faria 82 anos!
A música, assim como, outras artes culturais, têm o apanágio de fazer perdurar no reino dos vivos, os génios defuntos, que fazem das artes culturais, a sua forma de pensar e de comunicar com os outros. Zeca Afonso é um desses. Partiu, mas o seu legado musical, continua a ser uma das referências para os portugueses, no mundo de hoje.
Subscrever:
Mensagens (Atom)






