As estradas são possivelmente a melhor forma de descrever a vida.
As estradas:
-Podem ser longas ou curtas.
-Podem ser sinuosas ou não.
-Têm inevitavelmente obstáculos no seu percurso.
- Têm diferentes escolhas.
- Têm diferentes lugares.
- São inseguras.
-São partilhadas.
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quarta-feira, 26 de setembro de 2012
sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012
A pergunta, que nos dias de hoje, é uma incógnita.
"O chamado problema germânico de século XXI, reemergiu nos debates, quando a Alemanha Ocidental e de Leste se reunificaram em 1990. A principio o Ministro dos Negócios Estrangeiros Eduard Shevardnadze da União Soviética argumentou que a reunificação da Alemanha iria desestabilizar profundamente o equilibrio de poder na Europa. Os politicos colocaram novamente a questão:« A estabilidade na Europa é compatível, com quantos Estados de língua alemã?»(...)
O declínio do poder soviético na Europa de Leste acabou com a estrutura bipolar da politica pós-guerra e tornou possível a reunificação alemã. Esta reunificação gerou novas ansiedades acerca da existência de 80 milhões de pessoas, num país localizada no centro do continente europeu. Os alemães altamente produtivos, devido aos seus recursos humanos qualificados, geograficamente, bem localizados, e absolvidos dos seus crimes de guerra, rapidamente erigiram uma economia, que nos tempos de hoje impõe as condições financeiras, económicas e orçamentais aos restantes países, que fazem parte da União Europeia, redesenhando a história hegemónica, idealizada por Adolf Hitler. Um projecto europeu, sob designios, económicos, culturais, politicos e culturais alemães, é sem dúvida, o grande fim de Angela Merkel. O beneplácito, que os governantes - eleito pelos seus cidadãos nacionais - dão aos desideratos alemães, é deveras preocupante.
quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012
Sim, somos piegas!
Sim, somos piegas, a partir do momento, em que deixamos uma elite politica apoderar-se das instituições politicas desde 1976. Sim, somos piegas, quando permitimos, a destruição da reforma agrária. Sim, somos piegas, quando permitimos, o saqueamento do nossos sectores produtivos. Sim, somos piegas, quando passivamente, assistimos a culpabilização sistemática, por parte da classe politica aos trabalhadores portugueses. Sim, somos piegas, quando assistimos passivamente, ao desfile das mordomias dos politicos, em contraste, com sacrificios da maioria dos portugueses. Sim, somos piegas, quando ignoramos, o nosso direito de voto. Sim, somos piegas, quando assistimos, ao esbanjamento de dinheiro público, para salvar bancos privados.Finalmente. Sim, somos piegas, quando permitimos, que o nosso Presidente da República e o nossso Primeiro-Ministro, gozem com os nossos sacrificios, com comentários insultosos.
A ignorância latente.
Os dias, em que nós, humanos, nos sentimos, solitários, desprezados, excluídos, como vagabundos sem rumo, sem esperança, sem sol, onde o dia é o sofrimento, e a noite, o refúgio da alma, onde, a indiferença social magoa e o silêncio noctívago acalma, onde os dias, são apenas, tempos de claridade, que adensam a ignorância latente.
sexta-feira, 14 de outubro de 2011
Olhos abertos...
Assistimos a métodos de permutação do poder politico para o poder financeiro. O desempenho dos sucessivos governos portugueses, passa ciclicamente por um processo de metamorfose financeira (em que uma minoria lucra) e posteriormente “vomita” aos cidadãos, a parte que não presta (Divida), separando o joio do trigo, isto é, separando o prejuízo do lucro. Depois do dito processo de triagem financeira, é a vez, do poder financeiro, apresentar/impor medidas aos súbditos governos, para que estes apresentem as medidas pré-definidas à priori pelo poder financeiro. Medidas estas, que são completamente alheias às graves consequências sociais, que estas irão ter na maioria dos cidadãos. Mais do que recuperar a prosperidade económica do país, estas medidas servem em grande parte, para fazer regressar o dinheiro aos bolsos dos senhores do capital, que o perderam em jogatanas, na concessão de crédito de alto risco, em especulação imobiliária, etc..
Foram 36 anos, a usar e abusar da saúde mental da população portuguesa. É necessário colocar um travão, a este abuso, correndo o risco de sujeitarmo-nos a uma nova metamorfose financeira…
quarta-feira, 3 de agosto de 2011
"Sempre chegamos ao sítio aonde nos esperam"
Foto: Fernando Alves
A palavra VIVER é tão efémera - que nos faz sentir tão pequenos, perante um destino imutável, finito e, indubitável. Viver na ténue linha que separa a vida da morte, não é uma situação agradável, mas é a condição que todos os seres humanos estão sujeitos, desde que nasceram até ao seu último suspiro. Por ser, humanamente impossivel fugir da morte - será possivel pensar-mos que alguém nos espera, num sitio abstracto, depois da morte?
sábado, 9 de julho de 2011
Arrependimentos?
Foi com enorme sentido de ir(responsabilidade), que ouvimos durante a estadia da Troika, vários senhores que têm responsabilidades neste País, a falar em tom uníssono da necessidade de entendimento com a Troika. Falaram da urgência de um acordo, para que Portugal pudesse evitar uma escalada nos juros - o que se verificava na altura. Passados um mês, da tomada do novo governo, a situação piorou, com os «juros» atingirem novos máximos, obrigando os portugueses a mais sacrificios. O mais mirabolante desta estória, é constatar, o rol de arrependimentos que se tem verificado nestes últimos dias, por parte destes senhores, devido ao downgrade dado pelas Agências Rating à economia portuguesa - outrora credível, transparente e honesta por estes mesmos senhores. Desde «Cavaco Silva» até ao famoso «murro no estômago» a Passos Coelho, a revolta e a indignação foi tanta - que por momentos ainda pensei, que estes dois senhores, não tinham responsabilidades, no que está acontecer a Portugal. É verdade, que há males que vêm por bem - neste caso, para estes senhores que defendem de forma ingénua, o neo-liberalismo, mas por outro lado, é o povo que sofre na pele, com a ingenuidade/submissão dos seus politicos a este sistema económico.
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