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quarta-feira, 26 de setembro de 2012

O mundo - uma constante da vida.

...E subitamente a Europa dos tecnocratas, vê-se ameaçada pela crescente consciencialização dos  cidadãos europeus, demonstrada  nas ruas, estoicamente.

No dia 15 de Setembro de 2012, em Portugal. Ontem no Congresso de Deputados em Madrid.


Praça de Espanha, Portugal


Madrid, Espanha

terça-feira, 26 de julho de 2011

A morte saiu à rua - em Oslo.


Por mais que queira, falar, opinar, ou até mesmo especular sobre o que realmente aconteceu em Oslo - não consigo! É um rude golpe, para um país onde o sistema democrático - é considerado por muitos, um dos mais eficientes e justos do mundo, no que que toca, a aspectos sociais, politicos, e económicos. A insanidade de Anders Behring Breivik, abalou a sociedade norueguesa - que ficou incrédula perante o maior ataque à sua democracia, alguma vez feito.  É tempo de enterrar os mortos, levantar a cabeça, e continuar a viver como uma sociedade estóica, sem temer o futuro.

terça-feira, 12 de abril de 2011

Come on FMI, We Surrender!

Era previsivel, que isto pudesse acontecer, não por culpa do chumbo ao PEC IV, como o PS  tentou e tenta fazer crer, através de um discurso de vitimização, mas sim por causa de falta de coragem dos governos dos últimos anos. A razão pela 3ª vinda do FMI em Portugal, é derivada, em grande parte das politicas sócio-económicas, tomadas ao longo das últimas duas décadas, pelo PS/PSD/CDS. Foram estes Partidos, que preparam ao longo destes anos, o "terreno" para a intervenção do FMI, que agora chega a Portugal. A vinda deste Fundo, ao contrário do que muitas pessoas pensa, não vai resolver nada, pelo contrário, vai piorar ainda mais a vida dos portugueses, através de  ajustamentos macroeconómicos, que este Fundo, vai impor, para emprestar  dinheiro. Adivinha-se, mais uma década, que não significará, mais do que um adiamento da nossa prosperidade social e económica.  Viver nesta dependência, significa hipotecar, o futuro das gerações vindouras. Viver nesta dependência, significa submissão politica e económica. Viver nesta dependência, significa a médio-longo prazo, a perda total da nossa soberania. Há alternativas, as estas soluções  nocivas que o FMI, nos propõem. Basta ver o exemplo da Islândia, que conseguiu baixar  o juros propostos pelo FMI de 5% para 3,3%. Basta ouvir,  o que  diz Paul Krugman  sobre as nocividades que podem trazer o combate a médio prazo aos défices externos dos países periféricos da Europa. Basta apostar na nossa economia, nos nossos produtos, nas nossas empresas. Há soluções mais benéficas, fora do espectro do Neo-liberalismo, que podem e devem ser exploradas, pelos economistas, politicos e cidadãos portugueses.