Ontem Portugal perdeu um dos seus grandes expoentes da literatura, o Prémio Nobel, José Saramgo. Apesar de não ser grande apreciador das suas obras literárias, reconheço-lhe valor e capacidade intelectual invulgar, que lhe permitiu ser o primeiro português, a ganhar o Prémio Nobel da Literatura em 1998. Ao longo da sua vida, José Saramago, foi sendo acompanhado por várias polémicas, muitas delas derivadas das suas convicções politicos. Mudou-se para Espanha, mais propriamente para ilha de Lanzarote na década de 90, onde viveu até ao dia de ontem. Membro do Partido Comunista Português desde 1969, José Saramago ficará na história dos homens, dos livros, das causas, que nenhum vento apagará.
As palavras esculpidas por José Saramago, permanecerá eternamente no mundo literário.
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sábado, 19 de junho de 2010
domingo, 13 de junho de 2010
Álvaro Cunhal- 5 anos depois
"É bom que jamais percam a necessidade e o gosto de escrever, de pintar, de tocar um instrumento, de mesmo em silêncio, sem assim se chamarem, continuarem a ser artistas"
Álvaro Cunhal
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quinta-feira, 16 de julho de 2009
Alberto João Jardim, o Humorista

Alberto João Jardim, continua, na crista do bom humor que se faz na política portuguesa. Desta vez é comunismo, o seu alvo. A sua proposta, assenta na revisão da Constituição Portuguesa, de modo a proibir regimes fascistas e comunistas, porque segundo diz ele” A democracia não deve tolerar comportamentos e ideologias autoritárias e totalitárias, não apenas de direita – como é o caso do fascismo, esta expressamente prevista no texto constitucional – como igualmente de esquerda, como vem a ser o caso do comunismo, não previsto no texto constitucional”, ora por esta ordem de ideias, o seu regime há muito que já devia ser proibido.
Porquê?
Vou mencionar aqui alguns exemplos do comportamentos deste ditador, disfarçado de humorista na terra das bananas, que a democracia não devia tolerar...
-Controla a comunicação social, através do Jornal da Madeira, que é financiado com dinheiro público para fazer propaganda ao PSD/Madeira.
-As autarquias de outras cores politicas na Madeira, são simplesmente, discriminadas.
-Ofensa a jornalistas, chamando-lhes filhos da p….
-Discriminação a Homossexuais, classificando de deboche" e de "degradação" o casamento entre pessoas do mesmo sexo.
A democracia não pode pactuar com estes tipo de politicos...
terça-feira, 14 de julho de 2009
Herminio Palma Inácio(1922-2009)
Morreu na quarta-feira, aos 87 anos, um dos revolucionários mais marcantes durante o regime ditatorial de Salazar. Fundador da LUAR(Liga de Unidade e Acção Revolucionária), Palma Inácio, não olhou a meios, para levar avante a luta contra regime fascista.Ficou célebre por acções insólitas, como desviar um avião, a 10 de Novembro de 1961,com o qual sobrevoou Lisboa, Barreiro, Setúbal, Beja e Faro a baixa altitude para lançar cerca de 100 mil panfletos com apelos à revolta popular contra a ditadura, por ter participado no assalto ao Banco de Portugal na Figueira da Foz, de onde levou cerca de 30 mil contos(uma fortuna para a época) e por ter ainda planeado tomar a Covilhã.Viveu o pós-25 Abril, de forma discreta, longe da ribalta, como militante do PS.
segunda-feira, 27 de abril de 2009
Militão Bessa Ribeiro
Militão Bessa Ribeiro, foi um político português, membro do Partido Comunista Português, durante a clandestinidade, na qual dedicou a sua vida, na luta contra regime salazarista. Após, a morte do primeiro secretário-geral do PCP, Bento Gonçalves, barbaramente assassinado, no campo de concentração do Tarrafal, em Cabo Verde, Militão Ribeiro, iniciou juntamente com Álvaro Cunhal e Júlio Fogaça, a reorganização do Partido Comunista Português, vitima de perseguição e de tentativas de destruição do seu núcleo organizacional, por parte do Estado Novo, idealizado e liderado, por Oliveira Salazar. Essa reorganização, regia-se, pelos princípios Marxista-Leninista. Em 1949, Militão Ribeiro, foi preso pela PIDE (Policia de Intervenção e Defesa do Estado) e encarcerado na penitenciária de Lisboa. Sabendo que iria morrer, Militão Ribeiro, inicia uma greve de fome, que viria, pouco tempo depois, a provocar a sua morte, porém, antes de morrer a 2 de Janeiro de 1950, ele consegue enviar uma carta, a alguns camaradas, carta essa, escrita com o seu próprio sangue, em papel higiénico.
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