Ainda ninguém conseguiu compreender as opções politicas irracionais do governo PSD/CDS. Cortar a despesa e aumentar as receitas através do aumento da carga fiscal, têm-se mostrado uma desastrosa opção económica para o Estado, que encaixa menos receita proveniente do consumo, que encaixa menos receitas devido à redução das contribuições para a Segurança Social, que despende mais dinheiro devido ao aumento dos subsídios de desemprego, consequência do aumento galopante de insolências de empresas. É impossível fazer crescer economicamente Portugal, quando se reduz drasticamente o poder de compra das pessoas. É impossível manter um consumo, que permite às empresas continuarem a ser sustentáveis e viáveis economicamente. É impossível manter um sistema de segurança social sustentável quando o número de população empregada, desce galopante. O governo português sabe-o, a UE sabe-o, a troika sabe-o, mas teimam em não ceder nem abdicar dos seus obscenos lucros, através da especulação, da aniquilação dos direitos laborais, da privação aos serviços de saúde e de educação.
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quinta-feira, 27 de setembro de 2012
quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012
Que austeridade é esta?
Lamentamos diariamente, mas, colectivamente consentimos, todo o tipo de barbaridade politica e económica praticado pelos nossos políticos, que se traduzem actualmente em graves consequências sociais, como, o aumento do desemprego, da pobreza, da criminalidade e marginalidade, e das restrições aos cuidados de saúde. São estas consequências, que colocam em causa, o Estado social, o Estado de Direito e a democracia portuguesa. Hoje, Cavaco Silva, com cara de Chefe-Estado preocupado cinicamente - como tantas vezes, recorreu no ano anterior - "alerta" para os perigos de mais austeridade, porque" criou novos pobres, e é impossível impor mais sacrifícios". Consequências austeras, a que certamente Cavaco não chegou, não sentiu nem sente, não sabe o que é, - e que duvido, saberá o que é, algum dia. Noutro campo social e perigoso para o Estado de Direito, "assistimos ao aumento da criminalidade violenta em Portugal", a que não podemos dissociar nem desligar do actual estado social e económico que o país atravessa. No campo medicinal, as restrições orçamentais, aliada à escassez de recursos humanos qualificados no sector da saúde, vão colocando em perigo o Sistema Nacional de Saúde. Muitos, possivelmente, irão morrer à espera da sua vez num Hospital público.
segunda-feira, 20 de junho de 2011
Os nómadas do nosso tempo.
Num destes dias, na estrada que liga os concelhos de Santarém e Almeirim através da velhinha ponte D.Luis, passei por um casal de etnia cigana, acompanhados pela sua filha - presumo, que faziam a viagem numa velhinha carroça, com um cavalo supletivo atrelado, em busca de novos lugares para se fixar. O lar deles, é o mundo, onde cada naco de terra, é sua cama, o sobreiro o seu telhado, o vento e a lua, a companhia de todas as noites. O nomadismo é isto mesmo, viver em cada lugar, sem se apaixonar por eles, porque, o amanhã será vivido noutro lugar.
quinta-feira, 17 de dezembro de 2009
Hoje Portugal tremeu.
Ontem pela 1:37:47 hora exacta, foi sentido em todo o território português, um sismo com magnitude de 5.7 na escala de Ritcher. O epicentro do sismo teve origem a cerca de 100 km a sudoeste do Cabo São Vicente, e foi o maior sismo registado desde 1969 segundo o Instituto de Meteorologia.
No momento em que se deu o sismo, estava em Évora, onde também se sentiu este sismo, com alguma intensidade.
sexta-feira, 24 de abril de 2009
Revolução 25 Abril
Ermelinda Duarte- "Somos Livres"
Ontem apenas
fomos a voz sufocada
dum povo a dizer não quero;
fomos os bobos-do-rei
mastigando desespero.
Ontem apenas
fomos o povo a chorar
na sarjeta dos que, à força,
ultrajaram e venderam
esta terra, hoje nossa.
Uma gaivota voava, voava,
assas de vento,
coração de mar.
Como ela, somos livres,
somos livres de voar.
Uma papoila crescia, crescia,
grito vermelho
num campo cualquer.
Como ela somos livres,
somos livres de crescer.
Uma criança dizia, dizia
"quando for grande
não vou combater".
Como ela, somos livres,
somos livres de dizer.
Somos um povo que cerra fileiras,
parte à conquista
do pão e da paz.
Somos livres, somos livres,
não voltaremos atrás.
terça-feira, 24 de março de 2009
Évora
Considerada Património Mundial da Unesco, em 1986, a cidade de Évora, é uma das poucas cidades portuguesas, com uma vasta riqueza patrimonial ímpar, simbolos das diversas civilizações e culturas, que habitaram em Évora, como romanos, celtas, Árabes, Judeus, e Cristãos, que influenciaram a cultura eborense. Por causa deste vasto património, a cidade de Évora, recebe ao longo do ano civil bastantes turistas, oriundos das diferentes partes do mundo.

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